Não entendo como uma prefeitura não pode colocar um poste de iluminação pública numa rua por ser perto da linha férrea desativada e se tratar de uma área federal, mas pode usar recursos para o calçamento dessa mesma área federal a poucos metros de distância. Não entendo. Alguém me explica, pois, a situação é a mesma. É má vontade? Promessas desde de 1986.
Depois da Cidade dos Cavaleiros na estrada de Pium em Parnamirim - RN, bem na curva, os buracos aumentam consideravelmente a cada dia e NINGUÉM toma as devidas providências.
Enquanto não houver um grave acidente ou morrer alguém as autoridades competentes não agirão como é de costume.
A estrada que vai para Pium é a mesma que leva as praias de Cotovelo e Pirangi do Norte sendo acesso para demais locais do litoral. Não tem acostamento e necessita de conservação.
Os impostos pagos pelos contribuintes não são suficientes para manutenção?
Desejo aos que trafegam pelo local muita atenção e sorte!
Não duvido que aparecerão candidatos de porta em porta, acompanhados de prefeitos prometendo que, se seu candidato for eleito, virá o restante da verba para terminar um calçamento de rua, uma praça, uma escola, uma UPA que ele mediará os recursos.
Promessas e mais promessas...
O eleitor deve está atento e escolher bem seus candidatos, pois, depois de votar errado ficará as lamentações, o descaso, as manifestações, os gritos e por fim o silêncio
Estudo inédito pode, a longo prazo, ser chave para a cura da doença, causada pelo terceiro cromossomo 21
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Bebê com síndrome de Down: técnica é promissora mas não curaria pessoas com a doença, apenas embriões
Uma pesquisa inédita feita na Universidade de Massachussets, nos Estados Unidos, conseguiu inativar o cromossomo causador da Síndrome de Down, em um trabalho feito com células-tronco retiradas da pele de uma garota portadora da síndrome.
No Brasil, a cada 800 nascimentos, uma criança tem Down, doença que é causada por uma cópia a mais do cromossomo 21. Na pesquisa liderada por Jeanne Lawrence, esse cromossomo foi isolado e inativado, representando um grande avanço para o desenvolvimento de técnicas de erradicação da síndrome, ainda que a longo prazo.
“A pesquisa ainda está em células-tronco. Ainda vai levar no mínimo 10 anos para começarmos a tentar aplicar a técnica em humanos, embora esse prazo seja uma mera suposição. Não é bom criar expectativas que a cura virá em breve, porque não é assim. Requer ainda muita pesquisa”, explica o geneticista brasileiro Salmo Raskin, presidente da Sociedade Brasileira de Genética Médica, que elogiou a metodologia usada.
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Cariótipo de uma paciente com síndrome de Down, que mostra os três cromossomos 21
“Trabalho há 23 anos com genética médica, e eu não vi, em nenhum momento, algo do gênero. Desde 1959, quando foi descoberto que o Down era causado pelo terceiro cromossomo 21, nunca tinha visto um avanço substancial no tratamento”, conta.
As mulheres têm dois cromossomos X, porém um deles é inativado durante o período embrionário. Quem inativa o cromossomo é o chamado gene Xist, que está presente naturalmente dentro do X. E foi esse gene, já conhecido por ser o silenciador do cromossomo X, que foi usado pelos pesquisadores na inativação do terceiro cromossomo 21, causador da síndrome de Down.
“Eles pegaram o Xist e colocaram dentro do cromossomo 21, em uma célula que tinha 3 cromossomos. O Xist inativou o terceiro cromossomo, fazendo que só dois permanecessem funcionando. O Xist fez o mesmo papel que faz com o X na fase embrionária da mulher, só que no cromossomo 21 - e em células-tronco”, explica o geneticista.
Ele explica também que o gene Xist é introduzido na célula trissômica (célula com 3 cromossomos 21) por meio de uma enzima.
“Essa enzima quebra um pedaço do cromossomo e permite que possamos inserir um pedaço de outro gene ou cromossomo ali dentro. Antes que a natureza faça um reparo, uma cicatriz, o gene Xist é introduzido”, detalha Raskin.
Uma informação importante, porém, é que a inativação foi feita permanentemente – o estudo provou, por meio de diferentes métodos, que o gene não voltou a ser ativado naturalmente.
“O cromossomo 21 tem cerca de 250 genes. Cada gene produz uma ou mais proteínas. Nas células que têm três cromossomos 21, existe uma dose tripla dessas proteínas. O artigo provou que, depois que o terceiro cromossomo 21 foi inativado, a produção de proteínas não foi mais tripla, e sim dupla. Ele praticamente curou o problema da Síndrome de Down na célula”, explica o geneticista.
Aplicações futuras
Existe uma boa chance que, a longo prazo, a técnica possa ser usada em embriões.
“Tomando as limitações, porque uma pesquisa demora bastante para ser prática, o trabalho é fenomenal”, diz o Raskin. “O estudo ainda requer muita pesquisa, como descobrir se a inserção de material genético nas células humanas não vá causar algum outro problema”.
Ele prevê que, a longo prazo, quando a pesquisa for aplicada em humanos, ela será feita em embriões.
“Depois que o bebê nasceu, será difícil aplicar a técnica em bilhões de células”, explica, dizendo que, quando a técnica for desenvolvida, ela será útil para outras síndromes trissômicas, em que há a triplicidade de outros cromossomos, já que a pesquisa mostrou que o Xist pode desativar qualquer um deles. As síndromes trissômicas mais conhecidas além da de Down são a de Edward, Patau e Warkany.
Outro avanço citado por Raskin foi a possibilidade de entender melhor por que acontece a Síndrome de Down.
“Sabemos que são porque pessoas têm três cromossomos 21. Mas e então, por que ter uma dose tripla do 21 leva a esses conjuntos de sinais? Isso é algo difícil de dizer ainda, e agora podemos fazer milhares de experimentos nas células”, explica o especialista.
Existe um procedimento chamado Diagnóstico Genético Pré-implantação (PGD). Ele é feito para casais em que a mãe estão acima de 40 anos de idade, por exemplo.
“A partir desta idade há um risco um pouco mais alto de ter um filho com Síndrome de Down”, explica Raskin.
O procedimento consiste em uma fertilização in vitro , produzindo vários embriões.
“Faz-se um teste genético em cada embrião, para ver se cada embrião tem dois ou três cromossomos 21. No caso, obviamente, escolhe-se e implanta-se aquele (ou aqueles) que tiverem dois cromossomos 21”, explica o geneticista.
“Às vezes, porém, os poucos embriões que são fecundados têm três cromossomos 21. Seria então, em tese, uma oportunidade para silenciar o terceiro cromossomo 21 do embrião”, complementa Raskin.
O uso do grafeno em telecomunicações pode acelerar drasticamente as velocidades de internet em até 100 vezes, de acordo com uma nova pesquisa feita por cientistas do Departamento de Física da Universidade de Bath, na Inglaterra. Em um artigo publicado na Physical Review Letters, os cientistas demonstraram pela primeira vez taxas de resposta ópticas extremamente curtas usando o grafeno, o que poderia abrir o caminho para uma revolução nas telecomunicações.
Todos os dias, uma grande quantidade de informação é transmitida e processada através de dispositivos optoeletrônicos como fibra óptica e laser. Os sinais são enviados por fótons com comprimentos de onda infravermelhos e processados usando switches ópticos, que convertem os sinais em uma série de impulsos de luz.
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Grafeno: de telas a combustível, veja aplicações do material do futuro
Normalmente, esses switches respondem a uma taxa de alguns picossegundos - cerca de um trilionésimo de segundo. Os cientistas da Universidade de Bath observaram que a taxa de resposta de um switch óptico que usa uma pequena camada de grafeno fica em torno de uma centena de femtosegundos - cerca de uma centena de vezes mais rápido do que os materiais atuais.
Conhecido como o "material do futuro", o grafeno não deixa de assombrar a comunidade científica e tecnológica por causa de suas incríveis propriedades e infinidade de aplicações potenciais.
Acrescentado a outros compostos, como matéria-prima principal ou como componente de novos processos de laboratório e produção, o grafeno possibilitará, entre muitas outras coisas: fabricar filtros que separarão o sal da água duas ou três vezes mais rápido que as dessalinizadoras atuais, assim como obter combustíveis que permitirão que os aviões alcancem maiores velocidades, otimizando o funcionamento do motor e reduzindo o consumo e a poluição ao meio ambiente. Além disso, o grafeno é 100 vezes mais eficaz como condutor elétrico que o silício e mais forte que o diamante.
O material é um alótropo do carbono, ou seja, uma das formas divergentes que procede desse elemento químico, como o carvão e o diamante. Curiosamente sua descoberta vem da década de 30, mas se prestou pouca atenção nele, dado que se pensava que era um material instável termodinamicamente.
Só depois das descobertas dos cientistas Konstantin Novoselov e Andre Geim, que conseguiram isolar o material à temperatura ambiente, ganhou a importância que tem agora. Em 2010, os pesquisadores de nacionalidade russa receberam o Prêmio Nobel de Física por seus trabalhos com o grafeno.
4.118 servidores precisam entregar os documentos até 22 de julho
Em março de 1993, o Sindsaúde/RN apresentou ação judicial contra o Estado do Rio Grande do Norte pleiteando que este depositasse o FGTS dos servidores celetistas na época lotados na SESAP.
Ao longo desta ação, o processo foi sentenciado e o Poder Judiciário determinou que o Estado do Rio Grande do Norte efetuasse os depósitos do FGTS relativos a 4.118 servidores celetistas, sócios do Sindsaúde na época na qual foi dada entrada na ação, ou seja, 23 de março de 1993.
O processo já transitou em julgado, ou seja, não temos mais recursos nesta fase e neste momento precisamos realizar, até o dia 30 de julho de 2013, três tarefas:
a) localizar todos estes servidores que possivelmente encontram-se espalhados por todo o estado;
b) coletar documentos;
c) elaborar os cálculos para sabermos o quanto cada um deve receber a título de FGTS.
Todas estas tarefas demandam tempo, uma grande organização no sindicato e mobilização da categoria. Por isso apresentaremos neste informativo algumas datas, horários e atividades que o Sindsaúde irá promover para ter acesso a todos estes 4.118 servidores.
1 - Como o servidor irá saber se faz parte dos 4.118 contemplados na ação?
O Sindsaúde atuará desta forma para localizar estes servidores:
a) Disponibilizará no site do sindicato a lista para consulta, com a relação completa com o nomes dos servidores que fazem parte deste grupo.
b) Destacará os dois estagiários do Departamento Jurídico em Natal para atender os trabalhadores pessoalmente ou por telefone e fazer a conferência se o nome deles se encontra na lista, de 2ª a 6ª, nos horários de 08h às 12h30 e das 13h às 17h30. E aos sábados, das 09h às 12h.
2 -Quais documentos dos servidores precisam ser apresentados na ação?
a) Comprovante de ingresso no serviço público - Nesta época os servidores trabalhavam sob o regime da CLT, então para comprovar o ingresso ao quadros no Estado precisamos de: Cópia da Carteira de Trabalho, mas especificamente das folhas de identificação/ qualificação (aquela que possui a foto e os dados pessoais) e folhas que constam a assinatura do contrato com o Estado.
E se o servidor não tiver a carteira de trabalho? Devem solicitar junto à SESAP ou ao Arquivo da SESAP cópia da sua ficha funcional, nela constará a data na qual o mesmo iniciou seus trabalhos na administração pública.
b) Comprovante de exoneração do serviço público – Caso o servidor, por qualquer motivo tenha saído dos quadros da SESAP faz-se necessário também a cópia de um documento (portaria ou declaração) de exoneração expedida pelo Estado.
c) Extrato Analítico do FGTS - Os servidores precisam ir na Caixa Econômica Federal e solicitar o extrato Analítico do FGTS, documento no qual se verifica os depósitos fundiários e o saque para as futuras deduções. A Caixa só entrega o extrato analítico 5 dias após a solicitação.
d) Fichas financeiras - Todas as fichas financeiras do servidor desde a data de ingresso no Estado até 31 de junho de 1994.
ATENÇÃO: O Sindsaúde solicitou ao arquivo central todas as fichas dos servidores. Sendo assim, não é mais necessário que o servidor solicite este documento.
e) Cópia do documento de identidade (RG) e do Cadastro de Pessoa Física (CPF)
f) Cópia do Comprovante de Residência
Caso o servidor se encontre na lista, mas, infelizmente, tenha falecido?
Os parentes (cônjuges e filhos, preferencialmente) devem procurar o Sindicato com todos os documentos acima citados e cópias do atestado de óbito, certidão de casamento ou declaração de união estável e nascimento dos filhos.
3 - Datas e locais de recebimento dos documentos.
Os servidores precisam entregar estes documentos ao Sindsaúde de 08 a 22 de julho de 2013, nos seguintes locais:
a) Natal e Grande Natal:
• Na sede do Sindsaúde – De 2º a 6º feira das de 08:00 às 12:30 e das 13:00 às 17:30 . E aos sábados das 09:00 às 12:00. (Procurar Kauan e Eduardo)
• Nos Hospitais Walfredo Gurguel, Santa Catarina, Giselda Trigueiro e João Machado - Datas a serem divulgadas.
b) Nas regionais:
• Caicó: Meire - 3417.3025 e 8829.5723 (segunda à sexta 07h30 – 12h30 e 14h às 17h30)
• Mossoró: Sheila - 3316.9518 (segunda à sexta 07h30 – 11h – 13h às 17h - Sábados 6 e 13 de junho, das 09h às 12h)
• Santa Cruz: Aline - 3291.5414 (segunda à sexta 07h30 – 11h – 13h às 17h - Sábados das 07h às 13h)
IV Ursap: Iramil ou Norma (segunda à sexta 07h30 às 12h30)
• Pau dos Ferros: Ana Lucia - 3351.2499 (segunda à sexta 07h30 – 11h30 – 13h às 17h)
4 - Data para realização dos Cálculos
Desde que chegarem os primeiros documentos até 29 de julho de 2013.